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O governo do Rio Grande do Sul confirmou nesta terça-feira (3) um foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (H5N1), a gripe aviária, em aves silvestres encontradas na Lagoa da Mangueira, em Santa Vitória do Palmar, na região da Reserva do Taim.

A detecção foi feita pelo Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), ligado à Seapi (Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação).

O vírus foi identificado em aves da espécie Coscoroba coscoroba, conhecidas como cisne-coscoroba. A notificação de animais mortos ou doentes ocorreu no dia 28 de fevereiro e foi atendida pelo Serviço Veterinário Oficial do Estado.

As amostras foram encaminhadas ao Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de Campinas (LFDA-SP), referência internacional e credenciado pela Organização Mundial da Saúde Animal (OMSA), que confirmou o diagnóstico.

A Seapi esclarece que a ocorrência em aves silvestres não altera o status sanitário do Estado nem do Brasil como livres de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade na avicultura comercial.

Dessa forma, não há impacto no comércio de produtos avícolas. O órgão também reforça que não existe risco no consumo de carne de frango e ovos, já que a doença não é transmitida por meio da ingestão desses alimentos.

Segundo o diretor do DDA, Fernando Groff, também serão intensificadas medidas de monitoramento e prevenção em criações de subsistência próximas à área afetada.

Ele destacou que o Estado convive com registros do vírus em aves silvestres desde 2023 e que as ações de biossegurança nas granjas comerciais vêm sendo reforçadas de forma contínua para proteger o plantel e preservar a condição sanitária gaúcha.

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Fonte : CNN

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