O cantor MC Livinho, 31, anunciou na noite da última segunda-feira (2) sua nova e última turnê antes de fazer uma pausa por tempo indeterminado na carreira artística.
Completando 15 anos em cima dos palcos, o paulista decidiu encerrar a trajetória profissional sem data para retornar devido à necessidade de cuidar da saúde mental e física. A decisão do artista foi anunciada no dia 23 de fevereiro, junto a uma confirmação de que todos os shows agendados para 2026 seriam realizados.
“Nos últimos dias, eu recebi milhares de mensagens. Palavras de carinho. De apoio. De gratidão. Li histórias de pessoas que cresceram comigo, que viveram fases da vida ao som das minhas músicas. Isso mexeu comigo de verdade. Depois de muitas conversas com meu empresário, com a minha equipe e principalmente depois de ouvir vocês, eu tomei uma decisão importante. Eu não podia simplesmente encerrar um ciclo sem olhar nos olhos de quem caminhou comigo até aqui”, escreveu ele na legenda da publicação.
Sem datas ou locais divulgados, Livinho deve se apresentar ao redor do país ainda em 2026. Respondendo a uma caixinha de perguntas após o anúncio, o cantor disse que quem definirá quais estados brasileiros ele não pode deixar de visitar são os próprios fãs. O paulista também deixou em aberto a possibilidade de lançar uma nova música nos próximos meses.
“Shows pensados com o coração. Mais próximos. Mais intensos. Mais verdadeiros. Um momento para agradecer, para celebrar e para sentir tudo o que a gente construiu ao longo desses anos. O nome da turnê não poderia ser outro: ‘Fazer Falta’. Porque eu sei, e vocês sabem, que o que a gente construiu é raro. E quando algo é raro, faz falta”, finalizou.
Oliver Decesary Santos – MC Livinho – se tornou um dos principais nomes do funk no Brasil. Ele iniciou a carreira de forma independente, ganhando visibilidade no YouTube e nas redes sociais, e rapidamente conquistou espaço nacional com hits como “Hoje Eu Vou Parar Na Gaiola”, “Fazer Falta”, “Cheia de Marra”, “Tudo de Bom”, “Bem Querer” e “Na Imaginação”.
*Com informações de Mariana Valbão, da CNN Brasil
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Fonte : CNN