O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste domingo (1º) que o país destruiu nove navios da marinha iraniana e destruiu grande parte do quartel-general naval do Irã.
“Acabei de ser informado que destruímos e afundamos nove navios da Marinha iraniana, alguns deles relativamente grandes e importantes”, disse Trump em uma publicação no Truth Social.
“Vamos atrás do resto — eles logo estarão flutuando no fundo do mar também! Em um ataque diferente, destruímos grande parte do quartel-general da Marinha deles.”
Mais cedo, o presidente americano disse que a nova liderança do Irã quer conversar com ele. “Deveriam ter feito isso antes. Deveriam ter apresentado o que era muito prático e fácil de fazer antes. Esperaram demais”, disse Trump em entrevista de sua residência na Flórida.
O que está acontecendo?
Trump anunciou no sábado que os EUA iniciaram “grandes operações de combate” no Irã, prometendo aniquilar as forças armadas do país e destruir seu programa nuclear.
Em um vídeo de oito minutos publicado na rede Truth Social, Trump acusa o Irã de rejeitar “todas as oportunidades de renunciar às suas ambições nucleares” e afirmou que os EUA “não aguentam mais”. Israel também anunciou ataques contra o Irã.
Diferentemente da última vez em que os EUA e Israel atacaram o Irã, em junho de 2025, estes ataques começaram à luz do dia, na madrugada deste sábado – o primeiro dia da semana no Irã – enquanto milhões de pessoas iam trabalhar ou estudar.
E enquanto os ataques americanos em junho terminaram em poucas horas, fontes disseram à CNN Internacional que, desta vez, as forças armadas norte-americanas estão planejando ataques para vários dias.
A CNN Internacional havia relatado anteriormente que Khamenei era um dos alvos da primeira onda de ataques contra o Irã, juntamente com outros líderes importantes.
Em resposta, o regime iraniano lançou uma onda de ataques sem precedentes em todo o Oriente Médio, com explosões ouvidas em diversos países que abrigam bases militares americanas, entre eles: Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.
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Fonte : CNN