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Pelo menos 150 petroleiros, incluindo navios de petróleo e GNL (Gás Natural Liquefato), ​ancoraram em águas abertas do Golfo, além ​do Estreito de Ormuz. Dezenas de outros permaneceram parados do outro lado do chamado ponto de estrangulamento, segundo dados de transporte marítimo divulgados neste domingo (1º), depois que os ataques dos EUA e de Israel ao Irã mergulharam a região em conflito.

Os petroleiros estavam agrupados em águas abertas ao ⁠longo da costa dos principais ​produtores de petróleo do Golfo, incluindo Iraque, Arábia Saudita e Catar, de acordo com ⁠estimativas da Reuters baseadas em dados ⁠de rastreamento de navios da plataforma MarineTraffic.

Muitos dos navios estavam ​parados ‌dentro das ZEE (zonas econômicas exclusivas) dos principais países do Golfo, incluindo ⁠Kuweit e Emirados Árabes Unidos.

Dezenas ‌de ⁠navios de carga ‌estavam agrupados separadamente em várias ZEE.

Cerca de 20% do petróleo global, incluindo dos produtores Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, ⁠Iraque, Kuweit e Irã, passa por Ormuz, ⁠juntamente com grandes volumes de GNL do Catar.

Além disso, pelo menos 100 petroleiros e dezenas de navios cargueiros estavam ‌ancorados fora do estreito, ao longo das costas dos Emirados Árabes Unidos, Omã e outros pontos de ancoragem.

Fontes comerciais disseram que vários proprietários de petroleiros, grandes empresas petrolíferas e ‌casas comerciais suspenderam os embarques através do Estreito de Ormuz após os ataques, e Teerã disse que havia ⁠fechado a navegação.

“No momento, nenhuma suspensão formal (do tráfego pelo estreito) foi comunicada internacionalmente pelas autoridades marítimas reconhecidas”, disse o JMIC (Centro ​Conjunto de Informações Marítimas), liderado pela Marinha dos EUA, em nota neste sábado (28).

“Os ​marinheiros devem esperar um aumento da presença naval, posturas de proteção reforçadas, possíveis chamadas em VHF, congestionamento perto das áreas de ancoragem fora do estreito e volatilidade no mercado de seguros.”

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Fonte : CNN

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