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O representante permanente do Irã nas Nações Unidas, Amir-Saeid Iravani, condenou no sábado os ataques conjuntos EUA-Israel ao país como um anátema de “crime de guerra” para a carta fundadora da ONU.

Os comentários foram feitos em uma reunião de emergência convocada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas. Entre os palestrantes notáveis estavam representantes dos EUA, Irã e Israel, nessa ordem.

“As alegações infundadas envolvidas para defender esse uso ilegal da força não têm legitimidade no direito internacional”, disse Iravani em seu discurso, acrescentando: “A invocação de ataque preventivo, alegações de ameaças iminentes ou outras alegações políticas não fundamentadas não podem legitimar agressão.”

Logo após o lançamento inicial dos ataques ao Irã, o presidente dos EUA, Donald Trump, publicou um discurso pré-gravado para a nação no qual racionalizou a operação como uma “missão para impedir que essa ditadura muito perversa e radical ameace a América e nossos principais interesses de segurança nacional.”

Iravani concluiu seus comentários afirmando que o Irã “continuará a exercer seu direito inerente de autodefesa”, mas omitiu notavelmente em seu discurso qualquer menção ao líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, relatado como morto por Trump e autoridades israelenses – algo que os oficiais iranianos negaram veemmentemente.

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Fonte : CNN

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