A Dívida Bruta do Governo Geral – que compreende o governo federal, o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e os governos estaduais e municipais – se manteve em 78,7% do PIB em janeiro, quando somou R$ 10,1 trilhões.
O dado consta no relatório “Estatísticas Fiscais” divulgado pelo BC (Banco Central) nesta sexta-feira (27).
O BC informou que a evolução no mês decorreu, principalmente, dos resgates líquidos de dívida (-0,2 p.p.), da variação do PIB nominal (-0,4 p.p.), do efeito da valorização cambial (-0,2 p.p.) e dos juros nominais apropriados (0,8 p.p.).
Já a Dívida Líquida do Setor Público atingiu 65% do PIB (R$8,3 trilhões) em janeiro. Esse resultado refletiu, sobretudo, os impactos do superávit primário (-0,8 p.p.), do efeito da variação do PIB nominal (-0,3 p.p.), dos demais ajustes da dívida externa líquida (-0,2 p.p.), da valorização cambial de 4,9% (0,6 p.p.) e dos juros nominais apropriados (0,5 p.p.).
Setor público consolidado
O setor público consolidado – formado por União, Estados, municípios e estatais – foi superavitário em R$ 103,7 bilhões em janeiro de 2026. No mês, o governo central e governos regionais foram superavitários. Veja:
- Governo central: superávit de R$ 87,3 bilhões;
- Estatais: déficit de R$ 4,9 bilhões;
- Governos regionais (estados e municípios): superávit de R$ 21,3 bilhões.
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Fonte : CNN