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Após receber o prêmio de Melhor Filme Internacional no Spirit Awards, o protagonista de “O Agente Secreto”, Wagner Moura, 49, cedeu uma entrevista ao jornal espanhol El País, e relembrou o personagam pernambucano.

Além disso, conversaram sobre outras produções de Wagner, como “Narcos” e “Marighella” e o ator expressou insatisfação em relação ao ICE (Polícia Imigratória Americana), já que mora em Los Angeles.

Quando citada a força e liderança de Marcelo, personagem do longa, que enfrenta o fim da ditadura militar, o ator interrompe a pergunta: “E essas são fundamentais. Como aquelas pessoas em Minneapolis que filmam agentes do ICE com seus celulares”.

“Eu já dirigi um file sobre um revolucionário, sobre ‘Marighella’, agora é a vez do homem comum. Porque eles são as vítimas mais numerosas das ditaduras. Essas são as pessoas perseguidas aqui nos Estados Unidos pela cor da pele, pela aparência física, pelo sotaque, pelas crenças religiosas, pelas ideias políticas”, complementa.

“Regimes autoritários os perseguem, então adorei interpretar um homem que quer se manter fiel aos seus valores. Ele não precisa ser um Che Guevara, basta resistir ao mal”, finaliza o ator.

Sobre “O Agente Secreto”

Ambientado no Recife de 1977, o título é um thriller político que acompanha Marcelo, um professor que foge de um passado misterioso e volta ao Recife em busca de paz, mas logo percebe que a cidade está longe de ser o refúgio que procura.

A produção é estrelada por Wagner Moura (Tropa de Elite), Maria Fernanda Cândido (Terra Nostra), Gabriel Leone (Dom), Isabél Zuaa (O Nó do Diabo), Alice Carvalho (Cangaço Novo) e mais.

No Oscar 2026, o longa recebeu quatro indicações: Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Elenco e Melhor Ator para Wagner Moura.

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Fonte : CNN

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