O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na noite de quinta-feira (19) que instruirá o chefe do Pentágono, Pete Hegseth, e outras agências relevantes a iniciarem o processo de identificação e divulgação de arquivos governamentais relacionados à vida alienígena e extraterrestre, UAPs (fenômenos aéreos não identificados) e OVNIs (objetos voadores não identificados).
“Com base no enorme interesse demonstrado, instruirei o Secretário da Guerra e outros Departamentos e Agências relevantes a iniciarem o processo de identificação e divulgação de arquivos governamentais relacionados à vida alienígena e extraterrestre, fenômenos aéreos não identificados (UAPs) e objetos voadores não identificados (OVNIs), bem como quaisquer outras informações ligadas a esses assuntos altamente complexos, porém extremamente interessantes e importantes”, publicou no Truth Social.
Anteriormente, o ex-presidente dos EUA Barack Obama afirmou em uma entrevista viral a um podcast que alienígenas “são reais”, mas ressaltou que não os viu e que extraterrestres não estão sendo mantidos em locais como a Área 51.
Após a repercussão, o democrata publicou um esclarecimento dizendo que “estava tentando manter o espírito da rodada rápida, mas já que chamou atenção, deixe-me esclarecer. Estatisticamente, o universo é tão vasto que as chances são boas de que exista vida lá fora”.
“Mas as distâncias entre sistemas solares são tão grandes que as chances de termos sido visitados por alienígenas são baixas, e eu não vi nenhuma evidência durante minha presidência de que extraterrestres tenham feito contato conosco. Sério!”
Mais cedo, porém, Trump acusou Obama de divulgar informações confidenciais quando afirmou que alienígenas existem. Contudo, o republicano também não citou nenhuma evidência para sustentar a alegação.
“Ele tirou isso de informações confidenciais […] Ele não deveria estar fazendo isso”, disse Trump a repórteres a bordo do Air Force One durante uma viagem ao estado da Geórgia. “Ele cometeu um grande erro”, completou.
*Com informações de Reuters
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Fonte : CNN