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Andrew Mountbatten-Windsor, irmão mais novo do rei Charles III, e ex-príncipe, foi preso nesta quinta-feira (19), sob suspeita de má conduta em cargo público.

A prisão ocorre em meio a investigações da Polícia do Vale do Tâmisa sobre alegações de que Mountbatten-Windsor teria repassado documentos confidenciais do governo ao falecido criminoso sexual, Jeffrey Epstein, segundo arquivos recentemente divulgados pelo governo dos Estados Unidos.

O segundo filho da falecida rainha Elizabeth sempre negou qualquer irregularidade em relação a Epstein e disse lamentar a amizade entre eles, mas não respondeu a pedidos de comentários desde a divulgação dos documentos.

Porém, o envolvimento dele no caso, foi o que causou a destituição do cargo de príncipe.

Em outubro do ano passado o rei Charles III iniciou o processo oficial para retirar os títulos de Andrew. Ele também notificou o irmão para que se mudasse da Royal Lodge, uma mansão de 30 cômodos na propriedade de Windsor, nos arredores de Londres.

“Sua Majestade iniciou hoje um processo formal para retirar o Estilo, os Títulos e as Honrarias do príncipe Andrew“, afirmou um comunicado do Palácio de Buckingham. “O príncipe Andrew passará a ser conhecido como Andrew Mountbatten-Windsor”, acrescentou.

Antes da medida tomada por Charles, Andrew havia renunciado aos títulos reais, incluindo o de duque de York.

“Em discussão com o rei e minha família imediata e em geral, concluímos que as constantes acusações contra mim desviam a atenção do trabalho de Sua Majestade e da Família Real”, disse ele em um comunicado.

O ex-príncipe foi acusado de abusar de Virginia Giuffre, que alegava ter sido vítima de Jeffrey Epstein. A mulher aparece em uma fotografia com Ghislaine Maxwell, ex-namorada de Epstein, e Andrew.

O irmão do rei Charles se afastou da vida pública em 2019 após uma entrevista amplamente criticada à BBC sobre seu relacionamento com Epstein. Em 2022, fez um acordo extrajudicial com Virginia Giuffre.

Os arquivos mostraram que ele voou no jato particular de Epstein em 2000.

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Fonte : CNN

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