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O Flamengo publicou uma nota, na noite desta terça-feira (17), prestando apoio a Vinicius Júnior após o atacante alegar ter sofrido racismo em Benfica 0 x 1 Real Madrid.

“O que o Vini Jr. vive não é só sobre futebol.

Ali tem um garoto que sonhou, que lutou, que venceu muita coisa pra estar onde está. E dói ver alguém ser atacado simplesmente por ser quem é.

A dança dele é alegria de verdade. É espontânea. É dele.
Racismo não é parte do jogo. Machuca. E não pode ser normalizado.

Vini, você não está sozinho. A gente sente, a gente apoia, a gente está com você.”

A confusão ocorreu no segundo tempo da partida pela Champions League. Após marcar o gol da vitória merengue, Vini discutiu com o argentino Prestianni, do Benfica, que chegou a cobrir a boca para insultar o brasileiro.

Foi nesse momento que Vini correu na direção do árbitro François Letexier, que acionou o protocolo antirracismo da Fifa, cruzando os punhos. Segundo Mbappé, Prestianni teria chamado o brasileiro de “macaco” cinco vezes.

Entenda o protocolo antirracismo

São três etapas para o protocolo. Na primeira, o árbitro observa ou recebe a denúncia dos jogadores e decide se vai paralisar, ou não, a partida.

Nesse momento, os telões dos estádios passam uma mensagem relatando o incidente, além do gestual do árbitro, com aviso de que a partida pode ser suspensa caso os problemas não cessem.

Se os ataques persistirem, a arbitragem pode cancelar o jogo. Os árbitros têm o poder de analisar a situação e entender a dimensão dos fatos antes de tomar uma decisão definitiva.

Tudo fica relatado na súmula, ou seja, os próximos passos são a partir da publicação do documento.

 

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Fonte : CNN

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