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Os preços da soja encerraram a sexta-feira (13) com quedas moderadas na Bolsa de Chicago. O contrato com vencimento em maio recuou 0,33% e fechou cotado a US$ 11,4850 por bushel.

Segundo informações da Reuters Internacional, parte da pressão veio do movimento de realização de lucros, estratégia em que investidores vendem contratos para garantir ganhos acumulados após períodos de alta, reduzindo a exposição ao risco antes de pausas prolongadas no mercado.

Esse ajuste ocorreu às vésperas do feriado do Dia do Presidente nos Estados Unidos, celebrado em 15 de fevereiro, e também da paralisação de compras por parte da China relacionada a comemoração de Ano Novo Lunar na China, comemorado em 17 de fevereiro e vai até o dia 03 de março.

Durante o período do Ano Novo Lunar, o mercado da soja costuma registrar desaceleração no ritmo dos embarques para a China, principal compradora mundial da oleaginosa. Isso ocorre porque empresas, tradings e órgãos públicos chineses operam em escala reduzida durante as comemorações, o que diminui temporariamente a demanda logística e o fluxo de compras no curto prazo.

Além disso, a perspectiva de uma safra recorde no Brasil continuou influenciando o comportamento das cotações e limitando reações mais expressivas dos preços.

 

Trigo

Assim como na soja, as cotações futuras do trigo encerrou o dia com baixas na Bolsa de Chicago. O contrato com entrega para maio ficou cotado em US$ 5,4850 por bushel e com queda de 1,79%.

De acordo com as informações da Reuters Internacional, o mercado registrou queda após as informações de ampla oferta global de trigo e a notícia de que a Índia permitiria as exportações de trigo.

A IKAR, uma consultoria, elevou a previsão para a safra de trigo de 2026 na Rússia, o maior exportador mundial, para 91 milhões de toneladas métricas, ante os 88 milhões previstos anteriormente.

Milho

No caso do milho, as referências futuras finalizaram a sessão com ganhos moderados na bolsa de Chicago. O vencimento com entrega para maio teve alta de 0,06% e fechou o dia negociado a US$ 4,4200 por bushel.

De acordo com a Reuters Internacional, os contratos futuros de milho mantiveram ganhos modestos, sustentados por um forte ritmo de exportações dos Estados Unidos e por preocupações com a qualidade dos grãos na China.

A Reuters ainda destacou que os compradores chineses intensificaram as compras de grãos para ração animal nos últimos meses, adquirindo grandes volumes de cevada australiana e sorgo americano após as chuvas terem danificado a colheita de milho no país, disseram fontes do setor.

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Fonte : CNN

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