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A relatoria do Caso Master no STF (Supremo Tribunal Federal) passou para as mãos do ministro André Mendonça, após a saída do ministro Dias Toffoli. Segundo o analista de Política da CNN Matheus Teixeira, a posição que será adotada por Mendonça é considerada uma grande incógnita, com os bastidores do STF o chamando de “esfinge”. O ministro agora acumula dois dos principais escândalos do momento no Brasil: o caso do INSS e o Caso Master

Mendonça, indicado por Jair Bolsonaro (PL) para o cargo em 2021, é visto como uma figura surpreendente e de difícil previsibilidade.  Apesar de ter sido escolhido por pelo ex-presidente como alguém “terrivelmente evangélico”, ele mantém boas relações com o governo do presidente Lula (PT) e com integrantes da atual administração.

Nos bastidores do Palácio do Planalto, sua escolha para a relatoria foi recebida com certa preocupação por se tratar de um nome indicado pelo ex-presidente, mas também com confiança de que ele pode seguir o ritmo que tem adotado no escândalo do INSS.

No caso do INSS, que também está sob sua relatoria, Mendonça tem conduzido as investigações sem muitos vazamentos, realizando diversas operações, mas evitando uma abordagem mais midiática que pudesse expor os investigados e gerar maiores repercussões políticas.

A expectativa é que Mendonça possa agregar mais na frente dessa relatoria do que a atuação do ministro Dias Toffoli, que dividiu o STF e causou rachaduras na Corte. O ministro mantém boa relação com o presidente Edson Fachin, sendo considerado um aliado do presidente da Corte, mas também consegue estabelecer pontes com outras alas do Supremo.

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Fonte : CNN

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