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Em 2026, Giovanna Grigio não vai estar apenas ocupando espaço nas telas. Aos 28 anos, a artista emplaca uma sequência de três protagonistas que vão do amadurecimento romântico da Disney ao humor ácido de uma anti-heroína, consolidando sua posição e versatilidade dentro da atual geração.

À CNN Brasil, a atriz conta como foi deixar a zona de conforto, da qual já estava acostumada, para mergulhar em personagens que desafiam a moralidade, a astrologia e o próprio coração, enquanto transita entre o cinema e o streaming.

 

Do conto de fadas à realidade: o retorno de Sofia

Após o fenômeno de “Perdida”, da Disney, baseada na obra de Carina Rissi, Giovanna volta ao set para a sequência de “Encontrada”. Se no primeiro filme o foco era o encamento do “peixe fora d’água”, agora a narrativa ganha contornos de realidade.

Junto de Bruno Montaleone, ela explora uma Sofia que precisa liderar com as consequências de suas escolhas. “É uma persoagem que se distancia daquela idealização romântica”, pontua, afirmando que essa é uma evolução necessária para o público que crescentou ao seu lado e agora busca histórias com mais camadas.

Giovanna Grigio assume o centro da cena e protagoniza três produções em 2026 • Jorge Bispo
Giovanna Grigio assume o centro da cena e protagoniza três produções em 2026 • Jorge Bispo

A anti-heroína e o flerte com o fantástico

Já em “Trago Seu Amor”, comédia romântica com toques sobrenaturais e forte representatividade LGBTQIA+, a atriz deixa de lado o arquétipo de mocinha para encarnar Mia, uma bruxa manipuladora.

“É uma comédia fantástica que brinca com metáforas para o comportamento humano. A Mia usa seu poder para moldar a realidade, e o conflito surge quando ela não consegue controlar os próprios sentimentos. É um filme que funciona como um abraço no coração, um bibelô”, comenta.

Sobre o desafio técnico de viver alguém “moralmente questionável”, ela completa: “Ela pinta e borda com os sentimentos dos outros, existe uma frieza ali. Precisei descobrir onde estava o humor nisso. Eu me apoio muito no sorriso, na leveza, então tirar esse sorriso e ainda construir uma personagem carismática foi um exercício delicioso. Mia é cheia de falhas, mas profundamente humana”, acrescenta.

O divisor de águas: astrologia e redes sociais

Também no set de “Os 12 signos de Valentina”, série baseada no best-seller de Ray Tavarez, Grigio encara o que chama de projeto onde “explorou camadas nunca acessadas antes”.

A trama acompanha uma jovem que, após um término, dedide sair com um rapaz de cada signo e documentar tudo em um videocast.

“Acho potente transitar por gêneros tão diferentes. Especialmente a Valentina, da série que estou gravando agora, já sinto como um divisor de águas. Ela é muito intensa e me exige uma entrega que me expandiu. Sabe quando um trabalho te obriga a acessar camadas que você ainda não tinha explorado? Foi exatamente isso”, entrega.

Embora distintos em tons e formatos, Sofia, Mia e Valentina são conectadas pela autonomia. São mulheres que conduzem suas próprias histórias, fazem escolhas conscientes e não ocupam lugares passivos dentro da narrativa.

E mais: veja adaptações brasileiras que estreiam no streaming em 2026.

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Fonte : CNN

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