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Darian Quist havia acabado de chegar a uma sala de aula na escola secundária de Tumbler Ridge, no Canadá, na tarde de terça-feira (10) quando um alarme soou.

Quando percebeu que não era uma simulação, o estudante e seus colegas “pegaram mesas e barricaram as portas”, segundo ele relatou à CBC Radio West.

Quist e seus amigos ficaram escondidos por cerca de duas horas. Alguns deles começaram a compartilhar fotos “perturbadoras” do “que realmente estava acontecendo” em outras partes da escola, “mostrando sangue e coisas do tipo”.

Mais tarde, a polícia finalmente chegou para escoltar os alunos para fora do prédio.

Esperando do lado de fora, no estacionamento, estava Shelley Quist, a mãe de Darian. Mais cedo, um dos colegas de trabalho da mulher em um laboratório próximo havia perguntado se ela sabia o que estava acontecendo na escola.

À medida que os relatos chegavam, ela começou a perceber o que estava acontecendo. “É uma daquelas coisas que você nunca pensa que vai acontecer”, afirmou.

A mãe disse que sentiu pânico até ver o filho entre os alunos que foram retirados do prédio em segurança.

Ao todo, nove vítimas morreram em conexão com o atentado: seis pessoas foram encontradas mortas dentro da escola; outras duas pessoas foram achadas sem vida em uma residência que as autoridades acreditam que esteja ligada ao caso; uma terceira pessoa morreu a caminho do hospital.

Ao menos outras duas pessoas foram hospitalizadas com ferimentos graves ou com risco de morte, e até 25 pessoas estavam sendo tratadas por ferimentos leves, segundo a polícia.

A atiradora também morreu. Autoridades investigam as motivações do crime.

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Fonte : CNN

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