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O candidato de direita, André Ventura, votou nas eleições presidenciais de domingo (8) e argumentou que elas deveriam ter sido adiadas após a recente série de tempestades que atingiram a Península Ibérica.

O mau tempo nos últimos dias trouxe chuvas torrenciais e ventos fortes, obrigando três câmaras municipais no sul e centro de Portugal a adiar as votações por uma semana, afetando cerca de 37 mil eleitores registados, ou 0,3% do total.

Portugal estava em votação para escolher entre o esquerdista António José Seguro e o candidato de direita André Ventura, com as sondagens a apontarem para uma vitória esmagadora de Seguro.

Resultados oficiais parciais ainda serão divulgados no domingo à noite, como de costume, a partir das 20h do horário local.

No domingo, os eleitores compareceram em massa às urnas com a diminuição da chuva e do vento, embora o número de votantes tenha sido menor do que no primeiro turno, que contou com 11 candidatos e atraiu a maior participação eleitoral em 15 anos.

Aproximadamente dois terços dos entrevistados afirmam que jamais votariam em Ventura. Contudo, espera-se que a votação amplie ainda mais sua influência política, refletindo a ascensão da direita na Europa.

O seu partido Chega, anti-imigração, tornou-se a segunda maior força parlamentar nas eleições gerais do ano passado, e agora Ventura poderá aproximar-se ou mesmo ultrapassar os 31,2% de apoio conquistados pela coligação governante de centro-direita em 2025, de acordo com algumas projeções.

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Fonte : CNN

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