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O festival Rec-Beat chega a uma edição especial em 2026 e marca três décadas de trajetória. O evento acontece de 14 a 17 de fevereiro, no Cais da Alfândega, no Recife, com entrada gratuita, reunindo milhares de pessoas anualmente.

Criado como uma plataforma de descoberta musical, o Rec-Beat se consolidou ao longo do tempo por apostar em novos talentos, promover diálogos entre diferentes cenas e aproximar sonoridades do Brasil, da América Latina e do continente africano.

 

 

Atrações do festival

A programação deste ano mistura nomes consagrados e artistas em ascensão. Entre os destaques nacionais estão Djonga, um dos principais nomes do rap brasileiro, Johnny Hooker, em retorno marcante ao festival, Jadsa, Josyara, Chico Chico, AJULLIACOSTA, Felipe Cordeiro e Zé Ibarra, além de Nanda Tsunami, que apresenta repertório novo com influências de trap, funk, house e afrobeats.

O festival também recebe atrações internacionais, como o senegalês Momi Maiga Quartet, que une tradição africana e jazz contemporâneo, e os colombianos do Ghetto Kumbé, conhecidos pela fusão de percussões afro-caribenhas com música eletrônica. Nomes como Faizal Mostrixx e Kikelomo ampliam o olhar para a produção africana contemporânea.

A presença do Afoxé Oxum Pandá, que celebra três décadas de atuação, também reforça a conexão com a cultura afro-brasileira, em um espetáculo que une música, memória e ritual.

Entre as novidades está o lançamento do Moritz, projeto dedicado exclusivamente à música eletrônica. A iniciativa estreia dentro do festival no primeiro dia e nasce como uma expansão natural do Rec-Beat, com foco em pista, curadoria autoral e experimentação.

A curadoria do Moritz é assinada pela DJ e produtora Paulete Lindacelva, referência da house music, e inclui apresentações de artistas como Carlos do Complexo, Piolinda Marcela, SPHYNX, LOFIHOUSEBOY e DAVS. A proposta é explorar diferentes vertentes da eletrônica brasileira e global.

Além dos shows, o Rec-Beat mantém a tradição de valorizar a discotecagem. O lineup de DJs atua na abertura e nos intervalos das apresentações, com foco especial na cena pernambucana, trazendo sets que passam por house, grime, jungle, disco, funk e ritmos afrolatinos.

Estrutura e público

O festival costuma reunir mais de 60 mil pessoas por edição, sempre com atenção à experiência do público. O espaço no Cais da Alfândega é pensado para circulação fácil, convivência e acesso gratuito à música, fortalecendo o caráter popular do evento.

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Fonte : CNN

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