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Com a promessa de ser o mais moderno da América Latina, o planetário do Parque da Ciência Newton freire Maia, em Pinhais, região Metropolitana de Curitiba (PR), segue avançando nas obras e pretende ser o melhor local para observar simulação das estrelas.

A revitalização do parque é realizada através de um incentivo de aproximadamente R$ 46,7 milhões do Governo do Paraná.

A edificação contará com uma cúpula de projeção imersiva de 18 metros de diâmetro, auditório com capacidade para cerca de 300 pessoas, salas expositivas e ambientes pedagógicos, observatórios com telescópios e espaços multimídia.

Parte do plano estratégico do Governo do Paraná e do Fundepar (Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional), o local pretende ampliar o acesso à ciência, à tecnologia e à cultura científica, especialmente nas escolas públicas.

James Webb cria o mapa mais detalhado já feito da matéria escura

Tecnologia Alemã

O projeto inclui a aquisição de um sistema de projeção de padrão internacional, fruto de parceria com a empresa alemã Carl Zeiss, referência global em tecnologia óptica. O equipamento, modelo Asterion Premium Velvet LED XI, terá capacidade de simular em alta definição mais de 9 mil corpos celestes, além de permitir projeções de planetas, nebulosas e fenômenos astronômicos com tecnologia digital de última geração. O investimento para trazer está tecnologia chega na casa dos R$ 40 milhões.

A estimativa é de que, pelo menos 6 milhões de euros, equivalente a R$ 37,2 milhões na cotação da época, foram investidos no sistema.

Com a proposta de unir inovação, educação e divulgação científica, o novo planetário deve se tornar um dos principais espaços de popularização da ciência no Sul do país .

Obras

Atualmente, as obras estão na fase de fundação e seguem dentro do cronograma, segundo o Fundepar, responsável pela fiscalização da execução. A implantação do planetário é desenvolvida em cooperação com a Seed (Secretaria de Estado da Educação), a Seti (Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior), a UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa) e o Fundo Paraná, e faz parte do processo de revitalização do Parque da Ciência Newton Freire Maia, um dos principais centros de divulgação científica do estado.

A obra assume a chamada madeira engenheirada como sistema construtivo, técnica que utiliza camadas de madeira coladas sob alta pressão para formar peças de elevada resistência e estabilidade estrutural, além de reduzir a geração de resíduos em comparação a métodos tradicionais com concreto ou aço.

O planetário espera receber até 140 mil visitantes por ano • Divulgação/Governo do Paraná
O planetário espera receber até 140 mil visitantes por ano • Divulgação/Governo do Paraná

Ao todo, o complexo terá mais de 5,5 mil metros quadrados de área construída, integrando educação, lazer e pesquisa.

A expectativa é que o espaço receba até 140 mil visitantes por ano, incluindo estudantes das redes pública e privada, pesquisadores e o público em geral, consolidando o espaço como um polo de difusão científica no Paraná.

 

*Sob supervisão de Thiago Félix 

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Fonte : CNN

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