(Foto: Divulgação / Assessoria)

Uma extensa operação coordenada por diversas autoridades estaduais e municipais resultou na interdição de uma fábrica clandestina de bebidas alcoólicas em Campina Grande, na manhã desta terça-feira (19). A ação, que visa combater a produção e distribuição irregular de bebidas, mobilizou equipes do Ministério Público da Paraíba (MPPB), através do MP-Procon de Campina Grande, Polícia Civil, Polícia Militar, Secretaria de Estado da Fazenda, Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa) e Corpo de Bombeiros.

O estabelecimento ilegal estava situado na Rua Franklin Araújo, no bairro da Rosa Mística, próximo ao posto de saúde da base militar. A operação conjunta foi desencadeada após investigações apontarem para a produção e comercialização de bebidas alcoólicas sem as devidas licenças e registros.

A Agevisa determinou a interdição imediata da fábrica, constatando que o local manipulava, fracionava e vendia bebidas alcoólicas sem o registro exigido pelo Ministério da Agricultura e sem a devida licença sanitária. Além disso, a fábrica clandestina operava sem o alvará municipal e o certificado de aprovação do Corpo de Bombeiros, requisitos essenciais para o funcionamento legal de qualquer estabelecimento.

A ausência dessas licenças e registros representava um risco significativo para a saúde pública, uma vez que a produção de bebidas sem controle sanitário adequado pode resultar na contaminação dos produtos e causar danos à saúde dos consumidores. A ação imediata das autoridades visou, portanto, proteger a população da exposição a produtos potencialmente perigosos.

O proprietário da fábrica clandestina foi detido pela Polícia Civil e encaminhado à delegacia para prestar esclarecimentos. Ele deverá responder por crimes contra a saúde pública e outras infrações relacionadas à produção e comercialização irregular de bebidas alcoólicas. As investigações prosseguem para identificar outros possíveis envolvidos na operação ilegal e determinar a extensão da rede de distribuição das bebidas produzidas na fábrica clandestina.

Fonte: paraiba.com.br

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