O Departamento de Justiça dos Estados Unidos divulgou nesta sexta-feira (19) um novo conjunto de documentos relativos às investigações sobre o criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein.
Repórteres da CNN estão analisando os arquivos.
Parte do material já havia sido tornada pública, mas outros documentos “muito provavelmente nunca vieram à tona”, disse Katelyn Polantz, correspondente da CNN especializada em crimes e justiça.
Os materiais divulgados incluem várias páginas e grandes conjuntos de dados, afirmou ela.
Isso acontece após o Congresso ter aprovado uma proposta para forçar a divulgação dos arquivos.
A divulgação é feita após meses de disputas políticas e protestos de alguns dos mais fiéis apoiadores do presidente Donald Trump devido à relutância de seu governo em tornar públicos todos os registros relacionados às investigações sobre Epstein.
Pesquisas de opinião apontam que grande parte da população americana acredita que Trump sabia dos crimes do magnata.
Entenda o que são os “Arquivos de Epstein”
Durante as investigações e o processo sobre tráfico sexual contra Jeffrey Epstein e sua cúmplice e ex-namorada Ghislaine Maxwell, os procuradores federais reuniram milhões de documentos.
Os “Arquivos de Epstein” contêm mais de 300 gigabytes de dados, documentos, vídeos, fotografias e áudios armazenados no principal sistema eletrônico de gerenciamento de casos do FBI, a agência federal de investigações dos EUA, o “Sentinel”.
Esses registros incluem relatórios de investigação e documentos da apuração original do FBI em Miami.
Não está claro quantos desses arquivos foram liberados pelo Departamento de Justiça até o momento.
*em atualização
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Fonte : CNN